sábado, 23 de outubro de 2010

Já que não me entendes, não me julgues, não me tentes ♫

Falei que seria meu e pra mim. Será! Pensando assim eu fico mais à vontade, mais livre. Pensar que ninguém vai “me ler” me deixa solta, leve, confiante. O máximo que pode acontecer é eu ter vergonha de mim mesma, mas não faz mal, já me acostumei. Assim como me acostumei a não ser notada, a passar despercebida em tantos lugares. Me acostumei não no sentido de me acomodar ou me conformar. Às vezes penso que um dia será diferente, quero que seja diferente. Não tenho a pretensão de chamar atenção ou de querer ser o centro das atenções. Não, eu não quero, não faz meu tipo, não combina comigo. Essa seria uma Carol inimaginável. Só quero me fazer reconhecer pelo que sou. Não sou muito, mas também não sou pouco. Não consigo me rotular, nem me definir. E sinceramente acho que ninguém também seja capaz. Tão complexa e tão simples, consequentemente tão confusa. Não tenho medo disso, só tenho medo que digam, que achem, que pensem que sou uma Carol que nunca vai existir. Só eu tenho o direito tentar me conceituar, só eu sei o que eu sinto, o que eu vivo e como vejo as coisas ao meu redor. Então, “se não me entendes, não me julgues, não me tentes.”

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Carolina Sanguinete, 21 anos, nascida e criada em Belo Horizonte. Estudante do 8º período do curso de Jornalismo.