A velha máxima “Clássico começa uma semana antes do jogo e termina uma semana depois” mais uma vez é comprovada no primeiro RapoGalo do ano. A expectativa para o jogo, tanto por parte dos torcedores como da imprensa, foi grande nos dias que antecederam o clássico. Provocações de ambos os lados, como de costume, a rivalidade mineira mostra-se uma das maiores do país.
Antes da bola rolar a torcida cruzeirense preparou a “Operação Flanelinha”, os torcedores levaram flanelas ao Mineirão no sábado, fazendo alusão a vaga da Libertadores de 2010 que foi conquistada pela raposa no último jogo do Brasileirão 2009. A intenção foi de provocar a torcida atleticana, uma vez que o time alvinegro passou grande parte do campeonato na zona de classificação para a mais importante competição SulAmericana, mas acabou perdendo a vaga para o time celeste. Os torcedores e os jogadores atleticanos usaram a provocação como mais uma fator de motivação. A torcida esperava ansiosa pelo jogo, era a chance do Atlético mudar a escrita dos últimos jogos contra seu rival, já que nas últimas 11 partidas, o time de Diego Tardelli só saiu vitorioso em uma ocasião.
O jogo começou quente, as torcidas fizeram um espetáculo à parte. No primeiro tempo quem brilhou no ataque foram os zagueiros. Primeiro, Gil pelo lado do Cruzeiro, depois Jairo Campos pelo lado do Atlético. O segundo tempo foi marcado pela estreia de Roger . O meia entrou, cobrou escanteio na cabeça de Leonardo Silva, que desempatou o jogo para o lado celeste. O estreante ainda teve tempo de dar um belo chute que culminou no terceiro gol cruzeirense.
Logo após o apito final, o técnico do Atlético, Vanderlei Luxemburgo, foi até o árbitro fazer reclamações sobre o jogo, mas não termina por aí. Luxemburgo ficou chateado com as provocações dos torcedores celestes e mandou uma “banana” em direção a arquibancada, e depois na entrevista coletiva se mostrou bravo e retrucou o grito irônica da torcida rival: “O torcedor cruzeirense tem que entender que depois que eu saí de lá, eles não ganharam nada. Hoje eu estou do lado do Galo e vou lutar contra eles” disse o técnico.
A partida terminou, mas o clássico ainda está longe de ter seu desfecho. Os cruzeirenses continuam provocando a torcida rival. A “Operação Flanelinha” tem repercutido na internet, principalmente no site de relacionamento “Twitter”. Desde o final da partida, a palavra Flanelation tem sido uma das mais faladas dentro do site.
O mais importante clássico mineiro e o primeiro do ano, ficou marcado sim, por um bom futebol apresentado pelas duas equipes, mas também por polêmicas em relação a arbitragem, pela “Operação Flanelinha” e pela hegemonia cruzeirense nas últimas partidas. Tudo isso ainda vai dar “pano pra manga”, enquanto isso, as pessoas se divertem, ou não, e aguardam o próximo confronto.
Antes da bola rolar a torcida cruzeirense preparou a “Operação Flanelinha”, os torcedores levaram flanelas ao Mineirão no sábado, fazendo alusão a vaga da Libertadores de 2010 que foi conquistada pela raposa no último jogo do Brasileirão 2009. A intenção foi de provocar a torcida atleticana, uma vez que o time alvinegro passou grande parte do campeonato na zona de classificação para a mais importante competição SulAmericana, mas acabou perdendo a vaga para o time celeste. Os torcedores e os jogadores atleticanos usaram a provocação como mais uma fator de motivação. A torcida esperava ansiosa pelo jogo, era a chance do Atlético mudar a escrita dos últimos jogos contra seu rival, já que nas últimas 11 partidas, o time de Diego Tardelli só saiu vitorioso em uma ocasião.
O jogo começou quente, as torcidas fizeram um espetáculo à parte. No primeiro tempo quem brilhou no ataque foram os zagueiros. Primeiro, Gil pelo lado do Cruzeiro, depois Jairo Campos pelo lado do Atlético. O segundo tempo foi marcado pela estreia de Roger . O meia entrou, cobrou escanteio na cabeça de Leonardo Silva, que desempatou o jogo para o lado celeste. O estreante ainda teve tempo de dar um belo chute que culminou no terceiro gol cruzeirense.
Logo após o apito final, o técnico do Atlético, Vanderlei Luxemburgo, foi até o árbitro fazer reclamações sobre o jogo, mas não termina por aí. Luxemburgo ficou chateado com as provocações dos torcedores celestes e mandou uma “banana” em direção a arquibancada, e depois na entrevista coletiva se mostrou bravo e retrucou o grito irônica da torcida rival: “O torcedor cruzeirense tem que entender que depois que eu saí de lá, eles não ganharam nada. Hoje eu estou do lado do Galo e vou lutar contra eles” disse o técnico.
A partida terminou, mas o clássico ainda está longe de ter seu desfecho. Os cruzeirenses continuam provocando a torcida rival. A “Operação Flanelinha” tem repercutido na internet, principalmente no site de relacionamento “Twitter”. Desde o final da partida, a palavra Flanelation tem sido uma das mais faladas dentro do site.
O mais importante clássico mineiro e o primeiro do ano, ficou marcado sim, por um bom futebol apresentado pelas duas equipes, mas também por polêmicas em relação a arbitragem, pela “Operação Flanelinha” e pela hegemonia cruzeirense nas últimas partidas. Tudo isso ainda vai dar “pano pra manga”, enquanto isso, as pessoas se divertem, ou não, e aguardam o próximo confronto.

Olá Carol tudo bem? Bom texto sobre o clássico! Continue assim por dentro! Grande abraço!
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